quinta-feira, 17 de novembro de 2011

E-learning: haverá espaço para os PLE?

O e-learning (e o b-learning) são baseados em estratégias formativas e educativas inovadoras determinantes para o futuro das instituições de educação.

Intrínseco ao sistema de ensino por e-learning está a mudança, uma grande mudança de estruturas e principalmente de mentalidades dos seus intervenientes, sejam alunos, professores ou colaboradores administrativos.

O e-learning impulsiona a inovação nos processos formativos, incentiva a criação de conteúdos multimédia, é acessível em qualquer local geográfico, é flexível, reduz custos, desperta o interesse por comunidades de prática, permite arquitectar estratégias adequadas ao perfil do aluno, molda-se eficazmente aos diferentes tipos de aprendizagem, enfim, mudança, mudança, …, inovação, inovação.

Estará a nossa sociedade preparada para tanta mudança? Acredito que a partir do momento em que a sociedade (escolas e mercado de trabalho) colherem os benefícios da mudança, nomeadamente os benefícios pedagógicos, então todas as barreiras tenderão a desaparecer.

Mas no meio de tanta mudança haverá espaço para os PLE?

A propósito desta questão Anderson (2006) no seu artigo “PLE’s versus LMS: Are PLEs ready for Prime time?” fez um levantamento comparativo das vantagens dos PLE e os LMS (sistemas de gestão de aprendizagem que suportam os cursos em e-learning)


Ainda a propósito um curioso diálogo entre PLE e LMS:



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Anderson, T. (09-01-2006). PLE’s versus LMS: Are PLEs ready for Prime time? Virtual Canuck. Retirado em 29 de Março de 2011 de http://terrya.edublogs.org/2006/01/09/ples-versus-lms-are-ples-ready-for-prime-time/

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Da geração do Spectrum ao PLE

Entre a geração do Spectrum até aos dias de hoje tem existido uma constante evolução tecnologia. Esta ininterrupta evolução e mudança surge de forma emaranhada e a um ritmo vertiginoso, interferindo com os nossos hábitos e costumes quotidianos, o ambiente, a comunicação, o próprio sistema de educação, enfim a sociedade em geral.

Já ultrapassamos a época baptizada por “Era Digital” e estamos já possivelmente na “Era da Web 3.0” onde as crianças crescem em permanente contacto com a tecnologia. É certo que esta realidade é diferente da realidade do Spectrum. Mas existe algo em comum entre aquela época e os dias de hoje: a permanente evolução tecnológica e social.

É necessário por isso que os padrões de desenho curricular sejam constantemente adaptados à realidade da sociedade actual para que não fiquem desfasados e descontextualizados. O uso da Web2.0, aprazível e familiarizada aos actuais alunos, quando devidamente ministrada em ambientes pessoais de aprendizagem serão uma forma credível de por em prática a modernização do desenho curricular.

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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Free...

As políticas reformistas na educação (independentemente da cor partidária) assentam prioritariamente no controlo orçamental, com mais enfâse nas épocas de crise.

Só depois de definido o orçamento é que são definidas as acções pedagógicas...(?)

Os programas curriculares baseados em ambientes pessoais de aprendizagem podem ser uma excelente forma de desmaterializar os designs curriculares e minimizar os custos associados ao ensino: o equipamento básico (como por exemplo o computador) normalmente está disponível nas escolas, o acesso à internet é generalizada e os artefactos tecnológicos necessários são acessíveis gratuitamente.

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Vídeo intuitivo sobre PLE

Um vídeo em português que demonstra de forma muito intuitiva o que é o PLE.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Barreiras das TIC, barreiras dos PLE

Actualmente existe uma consciencialização quase generalizada da necessidade de utilizar as TIC na educação para optimizar o potencial pedagógico. Ao longo de uma investigação sobre PLE, que ainda está a decorrer, compreendi também que rapidamente os profissionais de educação conseguem idealizar cenários pedagógicos com a utilização das TIC em prole da edificação de PLE no processo de aprendizagem.

Há porém um conjunto de factores que impõem fortes barreiras na integração curricular das TIC na educação e consequentemente dos PLE. Os profissionais de educação apontam regularmente como exemplos dessas barreiras a falta de alguma autonomia e de meios por parte dos professores.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O presente e o futuro dos PLE

Mas nem todos os australianos pensam da mesma forma do post anterior…




Vejam o exemplo de Ron Lubensky: http://www.deliberations.com.au/2006/12/present-and-future-of-personal-learning.html

Lubensky, R. (18-12-2006). The present and future of Personal Learning Environments (PLE). Deliberations. Retirado em 29 de Março de 2011 de http://members.optusnet.com.au/rlubensky/2006/12/present-and-future-of-personal-learning.html

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Morte aos PLE

Há também quem deseje o fim dos PLE.

O australiano Leigh Blackall no seu artigo “Die LMS die! You too PLE!” (2005) é bem claro dessa opinião. Consulte-o aqui
http://teachandlearnonline.blogspot.com/2005/11/die-lms-die-you-too-ple.html

Blackall, L. (13-11-2005). Die LMS die! You too PLE! Learn Online. Retirado em 29 de Março de 2011 de http://teachandlearnonline.blogspot.com/2005/11/die-lms-die-you-too-ple.html

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Contributos para uma discussão do conceito (Mota, 2009)

Quem já conhece o conceito de Personal Learning Environments (PLE) sei que não concordará com o facto de designar restritamente um PLE como software ou tecnologia (mesmo que seja no sentido abrangente dos termos).

O PLE deverá essencialmente ser entendido com um conjunto de ferramentas capazes de mediar e fomentar ambientes propícios para o estímulo interactivo dos alunos sobre determinada matéria. Os ambientes ideais são aqueles que permitem que os alunos atinjam os objectivos de aprendizagem com autonomia na definição dos seus objectivos, gestão dos próprios conteúdos e consigam comunicar com os outros alunos no processo de aprendizagem.

Para que melhor se perceba esta perspectiva (e outras eventualmente diferentes) recomendo a leitura do artigo da autoria de Mota (2009), que na minha opinião e pela excelência da investigação preconizada vai muito mais além do que um contributo para uma discussão do conceito de PLE: http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66

Referência:
Mota, J. (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. Educação, Formação & Tecnologias; vol.2 (2); pp. 5-21. Retirado em 29 de Março de 2011 de http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Integração de tecnologia e dos PLE no contexto de aprendizagem

A integração de tecnologia no contexto de aprendizagem é uma realidade frequente e quase vulgarizada. No entanto, a tendência é usar recursos tecnológicos cujo professor é o centro e principal beneficiário em vez de uma aplicação verdadeiramente pedagógica e substancial das TIC no processo de aprendizagem do aluno.
  
Como refere Guilhermina (2007), alguns professores “pensam que é suficiente colocar os computadores com algum software ligados a Internet nas salas de aula que os alunos vão aprender e as práticas se vão alterar. Sabemos que não e assim”(p.44).

É por isso necessário uma nova abordagem e mentalidade dos professores em relação à aplicação das TIC na sala de aula. Os alunos não auferem de qualquer mais-valia no seu percurso de desenvolvimento intelectual quando o professor prefere usar um PowerPoint por simples substituição de um quadro e giz ou um teste realizado num browser em substituição de um teste de papel. As mais-valias surgem quando o professor/formador é ágil ao ponto de conseguir dissimular as TIC na envolvente da educação, de tal forma a transformá-las em verdadeiras ferramentas de mediação e interlocução dos conhecimentos, sendo por isso capazes de promover uma aprendizagem eficiente, sólida e sistemática. Antevejo na envolvência e abrangência dos PLE a esperança desta concretização.

Referências:
Miranda, Guilhermina Lobato (2007). Limites e possibilidades das TIC na educação. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 41‑50. Retirado em 17 de Dezembro de 2010 de
http://sisifo.fpce.ul.pt

Rodrigues, Pedro de Jesus (2010). Integração Curricular das TIC [web log message]. http://grou.ps/escola20

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