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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Potencial pedagógico dos ambientes de aprendizagem pessoais

Não devemos cair em extremos quando falamos sobre o potencial pedagógico dos PLE. Quanto mais lúcidos, sensatos e racionais forem as promessas sobre a aplicabilidade dos PLE no processo de aprendizagem maior serão as possibilidades de retorno. Não vale a pena entrarmos em demagogias inconsistentes.



Porém, face à actual realidade cultural dos alunos/formandos é inegável reconhecer o potencial pedagógico dos PLE:

- potenciam ambientes de aprendizagem participativos e produtivos;
- incentivam à criatividade e interacção entre alunos e professores;
- proporcionam actividades de aprendizagem apropriadas a diferentes alunos;
- equacionam a transmissão e aquisição bilateral de conhecimentos;
- propiciam ambientes colaborativos e uma base motivacional forte no processo de aprendizagem;
- incentivam às reflexões dos alunos sobre as aprendizagens, e por sua vez, o professor/formador responsável meditará sobre as reflexões dos alunos/formandos para se auto-avaliar e corrigir atempadamente as suas estratégias de ensino.


Imagem: office.microsoft

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Contributos para uma discussão do conceito (Mota, 2009)

Quem já conhece o conceito de Personal Learning Environments (PLE) sei que não concordará com o facto de designar restritamente um PLE como software ou tecnologia (mesmo que seja no sentido abrangente dos termos).

O PLE deverá essencialmente ser entendido com um conjunto de ferramentas capazes de mediar e fomentar ambientes propícios para o estímulo interactivo dos alunos sobre determinada matéria. Os ambientes ideais são aqueles que permitem que os alunos atinjam os objectivos de aprendizagem com autonomia na definição dos seus objectivos, gestão dos próprios conteúdos e consigam comunicar com os outros alunos no processo de aprendizagem.

Para que melhor se perceba esta perspectiva (e outras eventualmente diferentes) recomendo a leitura do artigo da autoria de Mota (2009), que na minha opinião e pela excelência da investigação preconizada vai muito mais além do que um contributo para uma discussão do conceito de PLE: http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66

Referência:
Mota, J. (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. Educação, Formação & Tecnologias; vol.2 (2); pp. 5-21. Retirado em 29 de Março de 2011 de http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66

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